26 de fevereiro de 2025

Atriz Maria Ribeiro sofre assalto em SP e tem celular roubado, acumulando prejuízo de R$ 30 mil com transferências bancárias


Em vídeo publicado nas redes sociais, Ribeiro disse que o roubo foi por volta da 1h da madrugada do sábado (22) e, ao meio-dia, recebeu uma ligação do banco avisando sobre o rombo na conta pessoal. Atriz Maria Ribeiro diz nas redes sociais que teve o celular roubado em São Paulo no último sábado (22), acumulando prejuízo de R$ 30 mil
Reprodução/Instagram
A atriz Maria Ribeiro, de 49 anos, disse nas redes sociais que foi vítima de um assalto em São Paulo e teve o telefone celular roubado no último sábado (22).
Segundo a atriz, o aparelho estava com a tela desbloqueada e ela sofreu um prejuízo de cerca de R$ 30 mil com transferências bancárias por parte dos criminosos.
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Em um vídeo publicado nas redes sociais, Maria Ribeiro contou que o roubo aconteceu por volta da 1h da madrugada do sábado e, ao meio-dia, recebeu uma ligação do banco avisando sobre o rombo na conta e dizendo que iriam abrir uma contestação dos valores roubados.
A atriz aproveitou para desabafar sobre a falta de segurança das instituições financeiras, uma vez que ela alega ter bloqueado cartões ainda durante a madrugada.
“Pra que serve a biometria? Então, quer dizer que, além da violência de ser assaltada, de passar a madrugada bloqueando cartões e acessos a dados, você, no dia seguinte, recebe um telefonema do banco que você tem conta há 30 anos dizendo que tiraram R$ 30 mil da sua conta e que vão abrir uma contestação”, afirmou.
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No desabafo, Maria Ribeiro afirmou que se sente “desprotegida” como cidadã em todos os níveis da vida na capital paulista.
“Está mais do que na hora do capitalismo entender o valor da nossa saúde mental. (…) Também vou abrir uma contestação, ou um processo, não tenho letramento jurídico para saber que nome dar a isso, que dê conta do dano psicológico que se dá quando você se sente desprotegida em tantos níveis. Pela cidade, pelo seu banco, pelo sistema”, declarou.
“E eu sei que todo mundo passa por isso. Que sou mais uma. Mas eu sou essa uma. E se essas palavras não servirem para nada, serviram para mim. Que nada posso fazer além de reclamar. O que obviamente é um movimento tolo e romântico, mas, ao menos, é um movimento que contém alguma esperança. Vã, certamente. Mas, por hora, algo reconfortante”, completou.
O g1 procurou a secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), comandada pelo secretário Guilherme Derrite (PL), mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem.
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